Me fiz a seguinte pergunta: Qual será o limite para se dar “tempo ao tempo”, mas não obtive uma resposta satisfatória.
Será porque certas coisas não podem ser simplesmente controladas ou compreendidas?
Essa minha ânsia por respostas, pela segurança de saber o que vem, às vezes me prejudica.
Não se arriscar sem esperar um retorno certo é um erro que costumo cometer. Medo daquilo que desconheço, ou daquilo que até conheço mas que continua me assustando. Será que posso mesmo considerar um erro? Ou pode ser que às vezes acerto com esse meu comportamento?
A cada dúvida, surgem mais perguntas e menos respostas.
Continuo aqui, agustiada, sem saber a resposta da minha pergunta inicial.
Qual será o limite para se dar “tempo ao tempo”?
Você acabou de me descrever também Low.
Uma resposta que daria está contida na própria pergunta. Não há limite para se dar tempo ao tempo. “dar tempo ao tempo” pra mim é uma qualidade que vai além da compreensão, porque teríamos que nos desprender de vários sentimentos para deixar acontecer. Consegue entender?
Gostei do jeito que você escreve =D
Obrigada, Felipe! :)